18
Fev 12

Evangelizando as Testemunhas de Jeová (Como poderia Deus falar consigo mesmo?)

Salmos 110:1 Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.

As Testemunhas de Jeová , criticam a doutrina bíblica da Trindade argumentando que: o Senhor não pode falar consigo mesmo e se Jesus fosse Deus, como poderia Deus falar consigo mesmo? Argumentam que a Tradução do Novo Mundo traduziu melhor o texto (ao contrário de todas as outras traduções...): A pronunciação de Jeová a meu Senhor é.

Resposta Bíblica

Em primeiro lugar, Deus não está falando consigo mesmo, como argumentam as Testemunhas de Jeová.

Quando afirmamos que Jesus é Deus, não estamos dizendo que Jesus é o Pai. As Testemunhas de Jeová confundem a doutrina bíblica da Trindade, tendo como objectivo dizer que os evangélicos são contraditórios no conceito da Trindade. Os cristãos, à luz da Bíblia, não confundem as Pessoas da unidade composta de Deus (Um só Deus, três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo - Mt 28.19).

O texto bíblico, diz claramente que o SENHOR estava falando com o Senhor. Ou seja, o Pai (SENHOR) falando ao Filho (meu Senhor). Não se trata de uma má tradução de todas as traduções menos da tradução Novo Mundo...

Em segundo lugar, o facto do Pai falar com o Filho não O diminui em sua Divindade. No Novo Testamento encontramos muitas vezes esse diálogo, que em nada compromete a Divindade de Jesus. Esse versículo dentre outros com seus respectivos contextos revelam mais uma vez a gloriosa doutrina bíblica da Santíssima Trindade.

 

 

Fonte: http://www.cacp.org.br/jeovismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1403&menu=3&submenu=3

 

publicado por Maria Helena às 13:29 | comentar
17
Fev 12

Evangelizando as Testemunhas de Jeová (Jesus é o “Alfa e o Ômega”)

Jesus é o “Alfa e o Omega” mencionados neste verso?

A MÁ INTERPRETAÇÃO: As Testemunhas de Jeová argumentam que todas as referências ao Alfa e ao Ômega no livro de Apocalipse se referem ao Deus Todo-Poderoso, e não ao Filho (Reasoningfrorn the Scriptures, 1989, pág. 412).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Existem duas fortes razões para considerar essas passagens como referências a Cristo e, por essa razão, como provas de sua divindade. Em primeiro lugar, a passagem em Apocalipse 1.7 fala de alguém que foi “trespassado” e que “vem". E óbvio que esse que vem deve ser Jesus, uma vez que Ele (e não o Pai) foi trespassado na ocasião em que foi pregado na cruz. O versículo 8 diz-nos que Deus é aquEle que “vem”. AquEle a quem os dois versos se referem como “vindo” é Deus, e aquEle que foi trespassado só pode ser Jesus Cristo.

Em segundo lugar, João faz uma declaração explícita a respeito da divindade de Cristo em Apocalipse 22.12.13:“E eis que cedo venho (...) Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro”. Em Apocalipse 22.20 lemos: "Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente, cedo venho. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!”.

AquEle que voltará é Deus, a segunda pessoa da Divindade, o “Princípio e o Fim”, Jesus Cristo.

 

 

publicado por Maria Helena às 18:51 | comentar
16
Fev 12

Evangelizando as Testemunhas de Jeová (Ressurreição corporal de Jesus)

É argumentado pelas TJ que Jesus não ressuscitou com o seu corpo do sepulcro. Vejamos o que é dito: “...sua volta nunca poderia ser com o corpo humano” (livro “Poderá viver... pág.143).

Pelo que vemos as TJs não acreditam na ressurreição corporal de Jesus. Alegam que Jesus não poderia ser assunto ao céu num corpo físico.

Entretanto a Bíblia mostra que Jesus, não só subiu ao céu num corpo físico, como voltará de lá da mesma forma (leia: Jo. 20:24-27; At. 1:11 _ TNM). Parece que as TJ desconhecem a passagem de II Reis 2, onde Elias foi arrebatado ao céu com o seu corpo humano, mostrando-nos assim que o céu é um lugar real.

Aliás, o mundo espiritual é um lugar real. O Apóstolo Paulo fala-nos que a ressurreição literal de Cristo é a nossa maior esperança, pois, se Deus pôde ressuscitar a Jesus num corpo físico e imortal, também poderá ressuscitar o nosso. Veja que Paulo diz; “E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (I Cor.15:14).

Realmente a doutrina pregada pela Sociedade Torre de Vigia é vã, pois se não se crê na ressurreição literal de Cristo tudo é vão.

Ainda bem que a verdadeira Igreja de Jesus Cristo, as verdadeiras testemunhas de Jeová (não os Russelistas) acreditam na Bíblia literalmente.

O diabo é que gosta de inventar falsas interpretações, gosta de torcer a Palavra de Deus, gosta de pegar o que é literal e inventar histórias malignas e sem fundamento.

Aliás, os livros da Sociedade Torre de Vigia não observam nenhuma regra de interpretação bíblica, mas apenas aceitam as loucuras de alguns loucos que já morreram. Oremos para que Deus tenha misericórdia dessas pobres e moribundas almas.

 


http://www.cacp.org.br/jeovismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=227&menu=3&submenu=3

publicado por Maria Helena às 18:33 | comentar

Evangelizando as Testemunhas de Jeová (A Palavra era (um) deus)

UMA CORRECTA ANÁLISE GRAMATICAL DE JOÃO 1.1

A Tradução Novo Mundo das Escrituras Sagradas (A Bíblia mais usada pelas Testemunhas de Jeová), revisão de 1986, mostra assim o texto de João 1.1:
"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus e a Palavra era [um] deus".

O objectivo deste pequeno trabalho é mostrar que a última parte do versículo ("a Palavra era [um] deus") foi traduzida de forma arbitrária, sem obedecer as regras gramaticais da língua grega dentro do contexto semântico do Novo Testamento. Entendemos que a tradução correcta é aquela utilizada pela maioria das versões: "a Palavra era Deus".
Reativando este tema bastante discutido no passado, esperamos contribuir para o fortalecimento das convicções dos que amam e crêem na Palavra de Deus, e para trazer certeza aos que se encontram na dúvida.
Os termos gregos do texto em questão, representados pelos caracteres latinos correspondentes, ficam assim representados:

THEOS EN HO LOGOS. Segue-se a análise gramatical de cada palavra com sua tradução:

THEOS - substantivo, masculino singular, predicativo do sujeito .........[Deus]

EN - 3ª pessoa do singular Imperfeito do Indicativo, do verbo EIMI .......[era]

HO - artigo masculino singular (feminino em português) .....[a]

LOGOS - substantivo, masculino singular, sujeito........[Palavra]

Estamos diante de uma oração onde dois substantivos (THEOS e LOGOS) são relacionados através do verbo de ligação (EN). O substantivo THEOS não vem precedido de artigo mas substantivo LOGOS está precedido pelo artigo definido HO. Em construções deste tipo, com o verbo na 3ª pessoa, o sujeito da oração é indicado pela presença do artigo diante do substantivo. Em grego não existe o artigo indefinido como em português ou inglês. Contudo, a ausência de artigo definido não indica necessáriamente que a tradução deva ser feita com uso do artigo indefinido, seja em português, seja em inglês.
O professor Jean Humbeit, mestre conferencista da Sorbonne, em seu livro "Sintaxe Grecque", expressa-se assim à página 44, quanto ao uso do artigo grego: (a tradução é minha)
"O artigo pode definir o indivíduo que está em questão e o conjunto de indivíduos que formam um grupo ou uma espécie. Inversamente, a ausência de artigo implica uma impossibilidade de definir um indivíduo em particular, ou é um meio de exprimir "a espécie em si mesma", sem considerar as individualidades que a compõem".
A ausência do artigo, portanto, possui duas alternativas: impossibilidade de definir o indivíduo ou um meio de exprimir "a espécie em si mesma". Voltando ao texto em questão e aplicando o critério acima para ausência do artigo, concluímos inicialmente que a tradução poderia ser de duas maneiras:


1. Considerando uma impossibilidade de definir um indivíduo em particular, teríamos a seguinte tradução:

THEOS EN HO LOGOS = A Palavra era um deus. Neste caso, "um deus" estaria indicando a impossibilidade de dizer qual dentre os deuses individualmente considerados "A Palavra" seria. Embora seja uma tradução gramaticalmente possível não é aceitável semanticamente no contexto da Bíblia, onde há um só Deus verdadeiro, isto é, não existe uma quantidade de deuses maior do que um possibilitando criar uma indefinição em torno do vocábulo 'Deus'.

2. Utilizando a alternativa restante que é um meio de exprimir "a espécie em si mesma", sem considerar as individualidades que a compõem, a tradução seria, então: "A Palavra era Deus." Fica assim indicado que "A Palavra" era da espécie de "Deus", que biblicamente é única, sem considerar as individualidades que a compõem. Esta tradução, além de gramaticalmente correcta, tem um sentido semântico coerente com o conteúdo bíblico. Nas Escrituras, ora o termo 'Deus' é uma pessoa individualizada, ora é essência ou espécie.
Podemos concluir que a versão correcta para o texto em estudo é: "a Palavra era Deus". Não estamos a dizer que a Palavra era o Deus Pai, mas que a Palavra era Deus em essência, qualidade ou espécie. O substantivo THEOS (Deus) está numa função adjectiva, qualificando o sujeito da oração HO LOGOS (a Palavra).

 

 http://www.cacp.org.br/jeovismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=223&menu=3&submenu=3

 

publicado por Maria Helena às 17:31 | comentar
15
Fev 12

Evangelizando as Testemunhas de Jeová ( A Divindade de Jesus)

Sobre a Divindade de Jesus - As TJ* possivelmente apresentarão as seguintes citações para tentar provar que Jesus não era Deus:
* Testemunhas de Jeová
Argumento das TJ- João 14.28 "Ouvistes o que eu vos disse: vou e venho para vós. Se me amásseis, certamente, exultaríeis por ter dito: vou para o Pai, porque o Pai é maior do que eu."

Na ocasião em que Jesus disse isso, Ele ainda estava cá como Homem, logo, não poderia ser como o Pai. Jesus também foi feito um pouco menor que os Anjos (Hebreus 2.7), mas as TJ não entendem por isso que Jesus é inferior aos Anjos.

Após a Sua ressurreição, Ele não é menor que o Pai: "Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome" Filipenses 2.9. 

As T J usam algumas citações que dizem que Jesus foi enviado pelo Pai, usam o seguinte argumento: "Qual é maior, o enviado ou quem o envia?" Este raciocínio não é coerente. Se fosse, Jesus seria maior que o poder activo de Jeová, visto que este foi enviado por Jesus (João 16.7). Ora, será que Jesus (um criatura, segundo as TJ), seria maior que o Espírito Santo (a força activa de Jeová, segundo as TJ)? Será que uma criatura (no caso Jesus) seria maior que o poder activo de Jeová?

O facto de Jesus ter sido enviado pelo Pai, não indica que Ele era menor que o Pai. Os discípulos, certa vez, enviaram Pedro e João para Samaria (Atos 8.14), seriam Pedro e João menores que os outros discípulos? Paulo e Silas também foram enviados (Atos 17.10).

Raciocinemos novamente: Seria Jesus, uma criatura segundo creêm as TJ, maior que o poder activo de Jeová? Certamente que não!

Mas Jesus enviou o Espírito Santo, e nem por isso Ele é superior ao Espírito de Deus, nem tampouco, o Pai é maior que Ele pelo facto d'Ele ter sido enviado. Veja também João 15.26, no qual Jesus afirma que seria Ele quem enviaria o Espírito Santo.

Argumento das TJ- Mateus 19.17 "E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos."

Usar este versículo para dizer que Jesus não seria Deus também não é um raciocínio coerente, pois, as TJ estariam a dizer que Jesus não é bom. Quando Jesus perguntou isso, Ele estava perguntando: "Como é que você me chama bom se não crê que eu sou Deus?" A Bíblia diz que Jesus é bom, e se só Deus é bom, logo, Jesus é Deus: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." João 10.11. Esta citação prova que Jesus é Deus duas vezes: Primeiro - Jesus é bom, e só Deus tem esta bondade; Segundo - Ele é o Pastor, fazia uma clara referência do Salmo 23.1.

Argumento das TJ- Mateus 24.36 "Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai." Este versículo, quando apresentado pelas TJ, é na verdade, mais "um tiro que sai pela culatra!", vejamos: Daquele dia e hora ninguém sabe, mas as TJ já disseram que sabiam da data e ano da volta de Jesus, e dizem que Ele já teria voltado em 1914!

Ora, se só o Pai sabe, como elas poderiam saber?

Jesus mesmo disse: "E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder." Atos 1.7.

Como é que as TJ poderiam saber da volta de Jesus? Contradição?

Vejamos agora o ponto que elas usam: Nem Jesus sabia do dia e a hora. No livro de Apocalipse, encontramos um facto diferente: Apocalipse 19.12 "Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo." 

O texto de Apocalipse refere-se a Jesus, será que só Jesus sabe este nome, podemos dizer que o Pai não sabe?

Mais uma referência: Apocalipse 5.4 "E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele." - Ora, o Pai também não podia abrir este livro? Eles podem dizer: "Mas o livro estava na mão do Pai". Sim, mas por que  é que o Pai não o abriu?

Nós que somos trinitarianos compreendemos claramente estas passagens, visto que o Pai ama o Filho e testifica Dele, tal como o Filho ama o Pai, sendo os dois, um só (João 10.30), não temos nenhuma dificuldade em compreender estas passagens!

Quero ainda acrescentar algo aqui a respeito de "Nem Jesus sabia do dia e hora", verdade, pois Ele ainda não tinha subido ao Pai (estava vivendo como homem), mas quando subiu ao céu todo o poder lhe foi dado no céu é na terra e um nome que é sobre todo o nome, agora pergunto: Jesus ainda não sabe? É lógico que sim.

 

 

 

http://www.cacp.org.br/jeovismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1793&menu=3&submenu=3

publicado por Maria Helena às 20:27 | comentar
02
Fev 12

Vale a pena ser fiel ao Senhor!

publicado por Maria Helena às 22:21 | comentar | ver comentários (6)
15
Jun 11

A Santidade de Deus

publicado por Maria Helena às 18:41 | comentar | ver comentários (2)
13
Jun 11

As heresias da Igreja Mórmon

 RESUMO DAS CRENÇAS MÓRMONS

As heresias da Igreja Mórmon
abordadas no livro http://www.pastorjoel.com.br/mormon.htm , são:

 

a) É porque existe pecado, que podemos ter a bênção da vida eterna e sermos alegres e felizes. Existimos por causa do pecado;

 

b) Deus não criou o Universo do nada, visto que a matéria sempre existiu;

 

c) Não há um só Deus. O número de Deuses é superior ao número de grãos de areia de um bilhão de mundos do tamanho do planeta Terra;

 

d) Deus é um homem exaltado e, por isso, tem um corpo de carne e ossos tão tangível como o do homem;

 

e) Os negros, por serem amaldiçoados por Deus, têm nariz chato, são feios, desajeitados, e sem inteligência. Eles são representantes do Diabo. Por isso, até 1978 eles e seus descendentes não podiam ser sacerdotes na Igreja Mórmon;

 

f) Jesus Cristo é irmão do Diabo;

 

g) Maria teve uma relação sexual com Deus, de cujo relacionamento engravidou e deu à luz Jesus. Logo, Jesus não nasceu de uma virgem, como muitos pensam;

 

h) O Pai, o Filho e o Espírito Santo são três Deuses;

 

i) A Bíblia, por ter sido adulterada, nada mais é que um instrumento do Diabo para escravizar os homens;

 

j) Os que não crêem no Livro de Mórmon, que é superior à Bíblia, serão condenados;

 

k) O homem já existia antes de vir
para o planeta Terra;

 

l) Seguindo fielmente à Igreja Mórmon, o homem tornar-se-á Deus Todo-Poderoso e, então, até os anjos lhe serão sujeitos;

 

m) Marido e mulher podem se tornar Deuses e continuar como esposo e esposa, no além, gerando filhos eternamente;

 

n) Enquanto estamos neste mundo podemos contribuir para a salvação dos que crêem no Evangelho após a morte, nos batizando por eles. Os mórmons que negligenciam esse ensino estão pondo “em perigo a si próprios”;

 

o) Não se deve adorar a Jesus e, por conseguinte, dirigir-lhe orações. Não é bom ter muita intimidade com Cristo;

 

p) Deus não é Deus desde a eternidade, pois tem um Pai e, portanto, um princípio. Ele evoluiu até tornar-se Deus;

 

q) Há muitos Deuses, mas Adão, que é Miguel, isto é, o Arcanjo ou Ancião de Dias, é o nosso único Deus;

 

r) Ninguém, nesta dispensação, entrará no Reino Celestial de Deus sem o consentimento de Joseph Smith; etc.

 

Nas páginas seguintes refutaremos o que os líderes da “fantástica” Igreja Mórmon (que nasceu de forma tão assombrosa), vêm inculcando nos desavisados. E o faremos na seguinte ordem:

Diremos o que eles pregam, exibiremos as provas, e refutaremos à luz da Bíblia, do bom senso, e, às vezes, até à luz da própria literatura mórmon.

Mas antes de prosseguirmos, julgamos importante fazer constar destas páginas que não estamos sendo movidos por animosidade. Antes, somos impulsionados pelo amor cristão e pelo senso de responsabilidade. Uma das provas disso, é o fato de não nos dirigirmos a eles tachando-os de corruptos, mas sim, advertindo-os do engano de que são vítimas. Este livro é uma crítica construtiva, oriunda do amor cristão que deve nos caracterizar; e objetiva salvar alguns de um dos engodos de Satanás, que é a Igreja Mórmon. Os adeptos dessa“religião”, bem como os seus simpatizantes, podem e devem examinar nossa defesa e refutação, quanto às acusações que Smith e seus discípulos lançaram e lançam sobre nós, os evangélicos, bem como sobre todas as outras religiões.

 

 

 

 

 

publicado por Maria Helena às 11:32 | comentar | ver comentários (22)
12
Jun 11

Outro evangelho?

In: http://www.pastorjoel.com.br/mormon.htm

 

"Joseph Smith dizia que os seus leitores podiam orar a Deus, inquirindo sobre a autenticidade ou não do Livro de Mórmon e outros escritos seus. E prometia aos que assim fizessem, o testemunho positivo do Espírito Santo, em forma de um ardor no peito (Morôni 10:4; Doutrina e Convênios 9:8).

Essa camisa de força tem funcionado de facto. Não são poucos os mórmons que, diante das provas irrefutáveis de que a literatura mórmon é fraudulenta, fecham os olhos à realidade e proclamam em uníssono: nós sentimos um ardor no peito e isso nos basta”.

Contudo, recomendamos aos mórmons o teste bereano, sugerido em Atos 17:11, que é submeter os ensinos de Joseph Smith ou qualquer outro, a um escrutínio à luz da Bíblia.

Ainda informamos aos mórmons que nós, os cristãos bíblicos, também sentimos o testemunho do Espírito Santo, em  forma de um ardor no nosso coração, conforme registado na Bíblia (Rm 8:16; Lc 24:32;1Jo 3:24; 4:13; 5:10).

E agora Joseph?

Saiamos desta situação embaraçosa, seguindo a recomendação de Atos 17:11, já sugerida acima, bem como o texto inspirado de Gl 1:8: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo vindo do Céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”.

Esta passagem bíblica cai como uma luva na refutação ao Mormonismo, visto que, segundo os mórmons, O Livro de Mórmon é Um Outro Testamento de Jesus Cristo (outro evangelho?!), desenterrado sob a orientação de um tal de anjo Morôni.

Logo, o Mormonismo é outro “evangelho” pregado por um “anjo”; sendo, portanto, precisamente o que o apóstolo Paulo nos manda anatematizar.

Anatematizemo-lo, pois."

 

 

 

 

 

publicado por Maria Helena às 13:11 | comentar

PODEMOS TESTAR O MORMONISMO?

Este texto que aqui vos deixo é apenas um excerto do blog http://www.pastorjoel.com.br/mormon.htm que aconselho vivamente a quem deseja conhecer a verdade sobre o Mormonismo.

 

"O Livro de Mórmon é, pois, de acordo com os mórmons, um Livro Sagrado escrito entre os anos 600 a. C., a 420 d. C., quando então foi enterrado por um homem chamado Morôni, onde permaneceu até que Joseph Smith o desenterrou e traduziu em 1827. O Mormonismo apela, portanto, para o sobrenatural. Porém, há muitas religiões que o fazem também. E nem por isso são igualmente verdadeiras. Maomé, o fundador do Islamismo, disse
que o anjo Gabriel falou-lhe face a face. O Adventismo do 7º Dia se firma numa mentora chamada Ellen White, que alegava ouvir a voz de Deus, dizia ter visões, e escrevia sob “inspiração divina”. E muitos outros exemplos poderíamos dar. E, não obstante, os mórmons não são muçulmanos, tampouco adventistas. Logo, assiste a nós o direito de submetermos o Mormonismo a um teste.

E já o fizemos, achamo-lo mentiroso, e o denunciamos aqui.

Inventar uma história como a que constitui O Livro de Mórmon, não é nada sobrenatural.

Logo, Joseph Smith pode ser sim, o autor dessa invencionice. Por que não?

Há romances e novelas bem mais fascinantes e sobrenaturais do que O Livro de Mórmon. Homero, autor da famosa epopéia intitulada Odisséia, não foi menos criativo do que Joseph Smith.

Porém, quem é o autor de O Livro de Mórmon?

Deus, como o supõem os mórmons?

O próprio Smith, como o supõem alguns?

Ou um outro alguém?

A opinião mais comum entre os estudiosos do Mormonismo, e que parece ter mais fundamento, é que um pastor presbiteriano, jubilado, chamado Salomão Spaulding, escreveu uma história fictícia dos primitivos habitantes da América. Joseph Smith teria tomado de tal história o que constitui a maior parte de seu Livro de Mórmon.

 

JESUS NO CONTINENTE AMERICANO?

 

O Livro de Mórmon descreve também a imaginária estadia de Jesus no Continente Americano, bem no início do século I, quando ensinou a verdade, fundou uma poderosa Igreja, ordenou Ministros... e subiu ao Céu.

Como o leitor pode ver, embora a Bíblia diga que quando Jesus ressuscitou, Ele reapareceu aos seus discípulos e, a seguir, foi para o Céu (Mc 16. 19; Lc 24.51; At 1. 9-11), os mórmons crêem que Cristo, ao se ausentar de seus discípulos, veio para o nosso Continente, fundar a sua Igreja aqui também.

 

QUEM ATIROU PRIMEIRO?

 

Sempre que alguém se dispõe a pronunciar-se contra o Mormonismo, os mórmons se melindram, dizendo que estão sendo perseguidos. Mas, do exposto acima, eles deram o primeiro tiro.

Antes de dizermos que o Mormonismo é falso, Joseph Smith alardeou que Jesus lhe falara que a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa, as igrejas protestantes, e outras, são falsas; que tudo quanto estas igrejas pregam é uma nojeira; e que todos os pastores e padres são corruptos (Pérola de Grande Valor, Joseph Smith, capítulo 2, versículos 17-20).
Nós estamos apenas fazendo uso do direito de defesa que nos assiste. Ademais, empreendemos também, e principalmente, livrar os mórmons do embusteiro Smith,
bem como da condenação eterna, pregando-lhes o verdadeiro Evangelho.

Esta obra não é uma revanche às críticas que Joseph Smith endereçou a nós (críticas estas perpetuadas pelos atuais mórmons, já que reeditam os livros desse gaiato, dizendo ao mesmo tempo, que crêem que ele falou a verdade), pois pagar na mesma moeda não é atitude cristã.

Ser mórmon implica em reconhecer Joseph Smith como autêntico profeta. Logo, todo verdadeiro mórmon tem, das outras igrejas, a seguinte concepção:

a) São falsas;

b) Ensinam abominação;

c) Seus líderes são corruptos.

E, deste modo, os mórmons não podem sentir-se melindrados  perante nossas refutações ao Mormonismo. Sim, se nós podemos e devemos ler os livros que eles publicam, os quais não só criticam nossas crenças, mas nos atacam pessoalmente, qualificando-nos como corruptos, por que os mórmons não poderiam examinar nossas ponderações às suas convicções religiosas?

Joseph Smith e seus seguidores nos colocaram no banco dos réus e, portanto, nos devem o direito de defesa. Eles têm o dever de nos ouvir e apreciar nossas
ponderações.

 

Tachando-nos de corruptos, Smith demonstra ser um garoto malcriado. Os mórmons diriam que não foi ele quem o disse, e sim, o próprio Jesus. Mas esse gesto covarde, não seria apenas uma maneira de dar peso às suas palavras? Além disso, se eles realmente crêem que Jesus falou isso a Joseph Smith, então eles assim nos consideram. E deste modo podemos dizer que os mórmons afirmam em uníssono que nós, pastores evangélicos, somos corruptos. E de nada adiantaria os mórmons dizerem que essa corrupção diz respeito à corrupção doutrinária, visto que, de qualquer forma, eles nos criticam, por cuja razão, fariam bem em ouvir nossas defesas.

Leia, pois, estas linhas!!!

O Livro de Mórmon é, segundo os mórmons, mais perfeito do que a Bíblia. Eles alegam que a Bíblia, além de ser incompleta, foi adulterada por homens inescrupulosos, tornando-se por isso em um livro usado por Satanás (1Néfi 13: 28-29).

Os mórmons tacham de seitas (como veremos em 2.1.2.4. página 23) todas as outras igrejas.

 

OBSERVAÇÃO: Muito (não tudo) do que dissemos acima, consta em O Livro de Mórmon, Edição de 1981, páginas 5-14.

(...)

O leitor verá que a religião Mórmon, embora alegue ser a única Igreja verdadeira, nada mais é que uma mistura de Espiritismo, paganismo, panteísmo, charlatanismo, uma pitada de Cristianismo etc., criada por um play-boy gaiato e charlatão, chamado Joseph Smith, cujo pai tinha o mesmo nome. Não nos expressamos desta maneira por desrespeito, mas sim, porque esta é a verdade. E vamos provar isto ao caro leitor, se o preconceito não o impedir de ler toda esta obra."

 

 

 

 

 

publicado por Maria Helena às 12:47 | comentar | ver comentários (4)