Este texto que aqui vos deixo é apenas um excerto do blog http://www.pastorjoel.com.br/mormon.htm que aconselho vivamente a quem deseja conhecer a verdade sobre o Mormonismo.
"O Livro de Mórmon é, pois, de acordo com os mórmons, um Livro Sagrado escrito entre os anos 600 a. C., a 420 d. C., quando então foi enterrado por um homem chamado Morôni, onde permaneceu até que Joseph Smith o desenterrou e traduziu em 1827. O Mormonismo apela, portanto, para o sobrenatural. Porém, há muitas religiões que o fazem também. E nem por isso são igualmente verdadeiras. Maomé, o fundador do Islamismo, disse
que o anjo Gabriel falou-lhe face a face. O Adventismo do 7º Dia se firma numa mentora chamada Ellen White, que alegava ouvir a voz de Deus, dizia ter visões, e escrevia sob “inspiração divina”. E muitos outros exemplos poderíamos dar. E, não obstante, os mórmons não são muçulmanos, tampouco adventistas. Logo, assiste a nós o direito de submetermos o Mormonismo a um teste.
E já o fizemos, achamo-lo mentiroso, e o denunciamos aqui.
Inventar uma história como a que constitui O Livro de Mórmon, não é nada sobrenatural.
Logo, Joseph Smith pode ser sim, o autor dessa invencionice. Por que não?
Há romances e novelas bem mais fascinantes e sobrenaturais do que O Livro de Mórmon. Homero, autor da famosa epopéia intitulada Odisséia, não foi menos criativo do que Joseph Smith.
Porém, quem é o autor de O Livro de Mórmon?
Deus, como o supõem os mórmons?
O próprio Smith, como o supõem alguns?
Ou um outro alguém?
A opinião mais comum entre os estudiosos do Mormonismo, e que parece ter mais fundamento, é que um pastor presbiteriano, jubilado, chamado Salomão Spaulding, escreveu uma história fictícia dos primitivos habitantes da América. Joseph Smith teria tomado de tal história o que constitui a maior parte de seu Livro de Mórmon.
JESUS NO CONTINENTE AMERICANO?
O Livro de Mórmon descreve também a imaginária estadia de Jesus no Continente Americano, bem no início do século I, quando ensinou a verdade, fundou uma poderosa Igreja, ordenou Ministros... e subiu ao Céu.
Como o leitor pode ver, embora a Bíblia diga que quando Jesus ressuscitou, Ele reapareceu aos seus discípulos e, a seguir, foi para o Céu (Mc 16. 19; Lc 24.51; At 1. 9-11), os mórmons crêem que Cristo, ao se ausentar de seus discípulos, veio para o nosso Continente, fundar a sua Igreja aqui também.
QUEM ATIROU PRIMEIRO?
Sempre que alguém se dispõe a pronunciar-se contra o Mormonismo, os mórmons se melindram, dizendo que estão sendo perseguidos. Mas, do exposto acima, eles deram o primeiro tiro.
Antes de dizermos que o Mormonismo é falso, Joseph Smith alardeou que Jesus lhe falara que a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa, as igrejas protestantes, e outras, são falsas; que tudo quanto estas igrejas pregam é uma nojeira; e que todos os pastores e padres são corruptos (Pérola de Grande Valor, Joseph Smith, capítulo 2, versículos 17-20).
Nós estamos apenas fazendo uso do direito de defesa que nos assiste. Ademais, empreendemos também, e principalmente, livrar os mórmons do embusteiro Smith,
bem como da condenação eterna, pregando-lhes o verdadeiro Evangelho.
Esta obra não é uma revanche às críticas que Joseph Smith endereçou a nós (críticas estas perpetuadas pelos atuais mórmons, já que reeditam os livros desse gaiato, dizendo ao mesmo tempo, que crêem que ele falou a verdade), pois pagar na mesma moeda não é atitude cristã.
Ser mórmon implica em reconhecer Joseph Smith como autêntico profeta. Logo, todo verdadeiro mórmon tem, das outras igrejas, a seguinte concepção:
a) São falsas;
b) Ensinam abominação;
c) Seus líderes são corruptos.
E, deste modo, os mórmons não podem sentir-se melindrados perante nossas refutações ao Mormonismo. Sim, se nós podemos e devemos ler os livros que eles publicam, os quais não só criticam nossas crenças, mas nos atacam pessoalmente, qualificando-nos como corruptos, por que os mórmons não poderiam examinar nossas ponderações às suas convicções religiosas?
Joseph Smith e seus seguidores nos colocaram no banco dos réus e, portanto, nos devem o direito de defesa. Eles têm o dever de nos ouvir e apreciar nossas
ponderações.
Tachando-nos de corruptos, Smith demonstra ser um garoto malcriado. Os mórmons diriam que não foi ele quem o disse, e sim, o próprio Jesus. Mas esse gesto covarde, não seria apenas uma maneira de dar peso às suas palavras? Além disso, se eles realmente crêem que Jesus falou isso a Joseph Smith, então eles assim nos consideram. E deste modo podemos dizer que os mórmons afirmam em uníssono que nós, pastores evangélicos, somos corruptos. E de nada adiantaria os mórmons dizerem que essa corrupção diz respeito à corrupção doutrinária, visto que, de qualquer forma, eles nos criticam, por cuja razão, fariam bem em ouvir nossas defesas.
Leia, pois, estas linhas!!!
O Livro de Mórmon é, segundo os mórmons, mais perfeito do que a Bíblia. Eles alegam que a Bíblia, além de ser incompleta, foi adulterada por homens inescrupulosos, tornando-se por isso em um livro usado por Satanás (1Néfi 13: 28-29).
Os mórmons tacham de seitas (como veremos em 2.1.2.4. página 23) todas as outras igrejas.
OBSERVAÇÃO: Muito (não tudo) do que dissemos acima, consta em O Livro de Mórmon, Edição de 1981, páginas 5-14.
(...)
O leitor verá que a religião Mórmon, embora alegue ser a única Igreja verdadeira, nada mais é que uma mistura de Espiritismo, paganismo, panteísmo, charlatanismo, uma pitada de Cristianismo etc., criada por um play-boy gaiato e charlatão, chamado Joseph Smith, cujo pai tinha o mesmo nome. Não nos expressamos desta maneira por desrespeito, mas sim, porque esta é a verdade. E vamos provar isto ao caro leitor, se o preconceito não o impedir de ler toda esta obra."